Instituto Brasileiro de Museus
Museu da RepúblicaConfira a programação da 24ª SNM no Museu da República, de 18 a 23/5

24ª SEMANA NACIONAL DOS MUSEUS – Programação no Museu da República
19/5 – Visita Mediada: Favela-República. Comemorando 1 ano do Programa Favela-República, que envolve História Pública, Museologia Social e Turismo de Base Comunitária, o museu recebe os moradores da melhor idade da comunidade Tavares Bastos no Museu da República para visita mediada ao complexo do Museu da República, às 11h
23/5 – Encontro na Galeria do Lago. As artistas Isaura Pena, Júnia Penna, Malu Fatorelli, Nena Balthar e a curadora Isabel Portella recebem os visitantes para uma conversa na exposição “LARGO”. Com poéticas distintas e o desenho como meio, as obras exploram o sítio, o jardim e a arquitetura do Palácio do Catete reordenando significados simbólicos do lugar. No encontro, os convidados Cícero Antônio Fonseca de Almeida, diretor do MHN, e o arquiteto e paisagista Eduardo Barra debatem questões relacionadas à arquitetura e ao acervo do Museu da República, e ao paisagismo do jardim do Palácio do Catete, incluindo uma visita guiada. Galeria do Lago, a partir de 15h.

22/5 – “Encontro Diálogos Urbanos: o Catete Dança”. Uma conversa sobre as diversas manifestações de dança encontradas na história e na atualidade do bairro. Atividade no Espaço Educação do Museu da República, de 17h30 às 20h30.
18 e 23/5 – Palácio Rio Negro (Petrópolis): Visita mediada à “Sala do Café”. Restaurada e ainda não aberta ao público, a Sala do Café terá uma visita mediada no dia 18/5, às 10 e 15h. No dia 23, também às 10 e 15h, a visita conta com a presença da equipe responsável pela restauração.
23/5 – Oficina: Direito, Memória e Sagrado. O projeto Solar na Rua, do Solar dos Abacaxis, faz uma parceria com o Museu da República para propor uma oficina onde passado e presente se encontram pela arte. Os participantes criam uma aquarela com borra de café, aludindo ao Barão de Nova Friburgo e ao ciclo cafeeiro (que foram moeda) para celebrar o trabalhador e sua remuneração. Em seguida, traçam símbolos Adinkra de origem africana, honrando a herança negra e a coleção “Nosso Sagrado”. Ao final, as produções individuais formam um museu coletivo de vivências, onde a arte nasce da experiência de cada um. A oficina acontece a partir de 14h.
23 e 24/5 –“A Voz do Ancestral: a origem, o terreiro e a cidade” é uma performance ritual voltada à celebração e reconstituição da memória do povo iorubá-nagô, abordando o surgimento dos terreiros de Candomblé como tecnologia de reinvenção do mundo no pós-diáspora negra. No Palácio do Catete, evocaremos o mito “Corpo-território-nagô: arte e sagrado”, em que o corpo do iniciado se constitui como território vivo de transmissão ancestral, articulando memória, arte e sagrado. Ficha Técnica: Criação e Performance: Bruno Balthazar; Design Gráfico: Mayra Muniz; Produção Executiva: Caio Vargas. Dias 23 e 24, às 16h, no Salão Nobre.
20 a 21/5 – “A República que o Palácio não mostra: Cultura e Sociabilidades na cidade do Rio de Janeiro”. Visitas mediadas ao Palácio do Catete para público espontâneo nos dias 20 e 21 de maio, às 15h, e dia 22 de maio, às 14h. Máximo de 20 pessoas. A visita explora a rica cena cultural do Rio de Janeiro nas décadas finais do século XIX e princípios do século XX. Para isso, toma-se como ponto de partida eventos e celebrações realizados no espaço privado do Palácio do Catete, ressaltando seu contraste com as celebrações populares que agitavam as ruas da cidade no período.
