A Seresta do Museu, registrada em livro

Pesquisadora do museu conta a história de três décadas de seresta

Desde 1991, um evento cultural acontece nos jardins do Museu da República, durante as tardes e noites de terça a domingo. São rodas de serestas, que duram cada uma em torno de duas a três horas, formadas espontaneamente por frequentadores do Museu e reunindo pessoas diversas para tocar, cantar e ouvir canções que compõem o vasto repertório da música popular brasileira, com incursões na música romântica castelhana, portuguesa, italiana e francesa.

Tantas histórias renderam uma exposição no Museu da República, no terceiro andar do Palácio do Catete: “Meu Coração Bate Feliz: A Seresta do Museu”, agora também um livro de mesmo nome, escrito pela historiadora Maria Helena Versiani.

“O livro celebra o ‘fratrimônio’ – a herança que se constrói e se partilha entre irmãos e amigos – e também celebra a ‘museofilia’, o amor e a amizade pelo espaço museal, em movimento, em permanente construção e reconstrução”, escreve o diretor Mario Chagas na apresentação.

O arquivo do livro, ainda no prelo, encontra-se já disponível na seção “Publicações” ou clicando AQUI.

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