Museu da República comemora 58 anos com programação inédita

Museu da República comemora 58 anos com programação gratuita e inédita. O Museu da República abriu as portas como instituição museal em 15 de novembro de 1960, após a histórica passagem da capital do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília, e do consequente encerramento das atividades da administração do poder executivo no Palácio do Catete. De 1987 até sua abertura como museu, o prédio funcionava como sede da Presidência da República. O Museu da República é composto pelo Palácio do Catete e pelos jardins que o circundam.

O Palácio do Catete foi construído entre os anos de 1858 e 1867 como residência do aristocrata Antônio Clemente Pinto, conhecido como Barão de Nova Friburgo. Após a morte do Barão e da Baronesa de Nova Friburgo, o Palácio chegou a ser avaliado para tornar-se um hotel de luxo. Foi em 1896, durante o governo de Prudente de Moraes, que o Palácio, que na época se chamava “Nova Friburgo” passou a ser propriedade da União, quando foi escolhido para acolher a sede do poder executivo, recém transformado em República.

A história do Museu da República testemunha grandes transições históricas por que passou o Brasil. É missão da instituição, ao longo destes 58 anos, contribuir para o debate acerca das memórias do Brasil, preservando, pesquisando e difundindo as mais diversas narrativas do país.

Confira a programação de aniversário dos 58 anos do Museu da República. A entrada será gratuita.

Quando: 15 de novembro de 2018

Apresentações musicais:

10h, no Pátio Interno – Coral Comemorativo
12h30, no Auditório – Música no Museu, com Top Five, clássicos internacionais. A apresentação é parte do X Rio Winds Festival, – Festival Internacional de Sopros, que ocorre em novembro no Rio de Janeiro.

15h30, no Pátio Interno – Arruma o Coreto, roda de choro consagrada patrimônio imaterial cultural do Rio de Janeiro

Inauguração de exposições:
“Escola e Museu: Construindo Sentidos”, no Palácio do Catete
Trata-se de uma exposição coletiva de estudantes do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti. Nela, o público é convidado às linhas e entrelinhas de poesias e reflexões presentes em objetos pessoais, calças jeans, camisas e/ou camisetas de malha deles. Com abordagem interdisciplinar tanto entre escola e museu, quanto entre Literatura e História, percursos cotidianos como casa-escola-casa, memória e direitos afloram em leituras museais.

“A primavera brasileira: o povo na constituição”, pelos alunos do Colégio Pedro II, no Jardim do Museu da República:
Exposição de banners sobre a história da Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988 a partir de documentos, fotografias e outros itens do acervo da Coleção Memória da Constituinte, do Museu da República. Produzida por alunos do Colégio Pedro II a partir de uma parceria entre a escola e o museu.

Seguem em cartaz:
“Museu Nacional Vive”:
Com charges, fotografias e desenhos do artista Carlos Latuff que perpassam sua trajetória de criança a adulto, como visitante do Museu Nacional

“Fora/Dentro”:
A vasta obra de Raul Mourão transita por esculturas, objetos, fotografias, vídeos e outras formas de arte inspiradas na cidade e na vida urbana. Em Fora/Dentro, o artista expõe grandes esculturas em aço que são uma ode ao movimento, dentro da Galeria do Lago, e fora, nos jardins do Museu da República.

 

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